Cheio de intrigas, mistério e horror, "Apocalipse Zumbi" é uma aventura de ficção eletrizante, com muitos elementos de realidade que mexerão com a mente e o coração dos leitores. Alexandre Callari oferece nesta obra o melhor do gênero zumbis e, ao mesmo tempo, cria um mundo à parte, que conta com suas próprias regras e lógica.
Bem-vindo ao universo de Apocalipse Zumbi!
SOBRE O AUTORAlexandre Callari graduou-se em Letras. É escritor, tradutor, palestrante e aficionado por cinema e quadrinhos. No passado, também trabalhou com música e artes marciais. É autor de cinco livros, incluindo Apocalipse zumbi: os primeiros anos, o primeiro do gênero de um autor brasileiro e tradutor de Conan - o Bárbaro (ambos da Ed. Évora); e colaborador da revista Mundo dos Super-heróis. Proprietário de uma coleção de 11 mil quadrinhos antigos, Callari viaja frequentemente pelo país fazendo exposições de suas edições raras. É editor e apresentador do site Pipoca & Nanquim, onde faz o que realmente adora: falar de cinema e de quadrinhos.
O QUE FALAM DO LIVRO POR AÍ
“Com uma narrativa frenética que agarra o leitor desde as primeiras linhas (em plena fuga de uma horda de zumbis!), e não solta mais até a última página, Alexandre fez de Apocalipse Zumbi uma obra tão apavorante quanto um bom filme de mortos-vivos, sem deixar de lado a ácida crítica social que combina tão bem com esse subgênero do horror.”
Felipe M. Guerra, jornalista, colunista do Blog Boca do Inferno e autor do Blog Filmes para Doidos.
“Aposte na leitura de Apocalipse Zumbi de Callari. De algumas páginas apenas. Porque, depois, você está encurralado para sempre a não largar essa história. Quer dizer, até a última página.”
Gonçalo Junior, jornalista e autor de A Enciclopédia dos Monstros.
“O autor pratica um trabalho de sondagem psicológica densa em um cenário absolutamente perturbador e conturbado – como manda a tradição do gênero - e ainda assim não poupa o leitor de momentos de puro horror (...). Uma aposta ousada e corajosa em um país sem tradição no gênero que tem tudo para ser bem sucedida e começar, aos poucos, a mudar este panorama.”
Bernardo Brum, organizador da Zombie Walk Rio de Janeiro.





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